Administradora de Condomínio vs Síndico: entenda o papel de cada um

Você sabia que existem diferenças consideráveis entre as funções do síndico e das administradoras de condomínios? Não? Tudo bem, muita gente também não sabe disso. Por isso estamos aqui, para te ajudar a entender melhor o papel que deve ser desempenhado tanto pelo síndico, quanto pelas administradoras e, assim, permitir que você cobre adequadamente os seus direitos de condômino. Acompanhe:

Síndico condominial – aquele que se responsabiliza legalmente, direta e indiretamente, por toda a documentação do condomínio, incluindo sua representação em juízo. Todavia, compete igualmente ao síndico, o papel de mediar a comunicação no espaço coletivo e de cuidar do patrimônio comum. Se deseja aprofundar o seu conhecimento, já falamos em detalhes sobre as atribuições do síndico previstas pelo Código Civil Brasileiro neste artigo: Atribuições do Síndico segundo o Código Civil nacional

Administradora de condomínios – as funções exercidas pela administradora podem ser agrupadas em três categorias: principal, secundárias e eventuais. Sua função principal é auxiliar o síndico nas atividades cotidianas, prestando orientações quanto aos aspectos legais e às atividades administrativas, tais como: contabilização de receitas e despesas, elaboração de folha de pagamento e realização dos pagamentos, emissão de boletos de pagamento das cotas condominiais, confecção da pasta de prestação de contas mensal, assessoramento pré e pós assembléias gerais, etc.

Já as funções secundárias das administradoras de condomínio são aquelas que, embora relacionadas ao contexto condominial, não são previstas na rotina e são isentas de prazo para ocorrência, tais como:  emissão de circulares, multas e advertências, orientação sobre a Convenção do Condomínio, ou sobre Regulamento Interno, ou sobre prazos e forma de realizar assembléias, entre outras.

Por fim, entre as funções eventuais, que costumam ser esporádicas ou em virtude de um determinado período (por exemplo: prestação de contas anual à Receita Federal), figuram atividade que contam com a administradora devido à seu conhecimento e experiência técnica, tecnológica e humano para serem executadas. Em muitos casos, as funções eventuais não estão previstas em contrato e devem ser negociadas a parte.

Vale ressaltar, como conclusão deste artigo, que não cabe à administradora tomar decisões em nome do síndico (a menos que esteja previsto em contrato e juridicamente, com autorização assemblear), mas apenas alertar ao representante legal do condomínio para que tome providências adequadas. Sendo assim, cabe ao síndico determinar ou não a execução de qualquer medida, assumindo inteiramente o risco de não fazê-lo.

 

 

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